Toda vez que sento na frente deste blog, as palavras desaparecem. Quando estou andando, tomando banho e principalmente no trânsito, as idéias vem. Chegou correndo para escrever as minhas idéias, e elas somem. Por que?
Medo do computador? Claro que não, lido com ele todo dia! Receio de conseguir colocar o que estou pensando? Acho que sim. Ou não?
Os pensamentos somem, as idéias desaparecem! Queria apenas colocar tudo o que tenho vontade. Puxa vida, até que eu escrevo razoavelmente bem. Até me disseram que escrevo de forma engraçada (isso mesmo, foi um diretor de cinema que disse isso!)
Caramba! Eu quero poder voltar a escrever as minhas idéias, meus pensamentos, e até os meus livros, por que não?
Bem, vou tentar!
Aqui fica o desabafo!
Domingo, Outubro 18, 2009
Parar para escrever
Posted by Renata Ruiz at 7:33 PM
Labels: divagações, experiências, reflexões
Quinta-feira, Maio 14, 2009
Uma corrida de ônibus...
7:30, Parque Continental, ônibus lotado. Era esta a situação que encontrei ao chegar no ponto para poder ir trabalhar hoje, quarta-feira, dia de rodízio na grande metrópole paulistana.
Como muito esforço, entrei no ônibus e consegui um lugar hiper disputado, mesmo que de pé, perto da porta de saída, neste ônibus até então desconhecido para mim. Fiquei atrás de duas meninas que conversavam animadamente, pareciam estudantes de segundo ano colegial (ensino médio, hoje).
Conversavam tanto que não teve como eu não ouvir a conversa. Falando de roupa, marcas e qualquer tipo de consumo. Fiquei com medo. Mesmo escrevendo sobre moda, nunca imaginei tamanho conhecimento no friso do tênis da marca X, que o pai iria trazer o perfume Y dos Estados Unidos, porque do Paraguai não presta, que a menina de não sei onde tinha comprado um óculos da marca XPTO que ela nunca usaria. Medo, medo extremo.
Neste meio tempo, percebo que há um homem falando sozinho. Ok, isto acontece muito em São Paulo. Mas depois fui perceber que ele tem aquela síndrome onde a pessoa grita sem motivo algum, a Síndrome de Tourette.
E sem querem bato na mão da mulher do meu lado, minha bolsa quase no chão, e ainda bem que vim de tênis (sem marca aparente), porque salto e ônibus não combinam, ainda mais quando você vai de pé.
E o rapaz falando algo incompreensível e ele mesmo mandando ficar quieto. Quase pedi a ele que solicitasse às duas moçoilas calarem a boca, porque eu estava com mais medo dela do que qualquer outra coisa.
Balanço, curvas e consegui me acomodar melhor, colocar a minha bolsa no ombro e segurar o corrimão com as duas mãos. Melhor assim não caio em cima destas meninas. E elas continuaram a falar de roupa. E o rapaz com a Síndrome de Tourette, com todo o respeito, resolveu descer. Será que ele vai gritar com alguém? Não, ele pediu licença e desceu. Uma pena, porque agora vou ter que escutar estas meninas falando de marcas com tantos detalhes e produtos que eu desconhecia. Medo, medo extremo.
E o assunto mudou: agora era a gravidez de alguém. E pensei: este colégio não chega nunca! Não mesmo, elas devem trabalhar em alguma empresa, pois uma delas puxou um crachá. Ainda bem que não trabalham na mesma empresa que a minha, senão o medo iria aumentar. Imagine encontrar estas pessoas na reunião de resultados da empresa? Medo, medo extremo.
E elas desceram, ufa, ainda bem. Mas o meu ponto já estava perto. Já ia descer e começar mais um dia de trabalho. A viagem transcorreu normal, mas o medo continuou até o momento de escrever este texto. Consumo excessivo e conhecimento extremo de detalhes das marcas. É... uma viagem de ônibus rende bastante coisa....
Posted by Renata Ruiz at 7:04 PM
Labels: divagações, experiências, texto
Sexta-feira, Maio 01, 2009
Ensaiando para voltar a escrever...
Não sei o que acontece comigo. Tenho muita vontade de escrever, mas alguma coisa está me bloqueando. Preciso escrever, é uma necessidade!
Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009
Tempo...
Faz tempo que eu não posto nada aqui... É a falta de tempo, a correria de São Paulo, as diversas coisas que eu tenho que fazer. A culpa é do tempo ou da minha falta dele. Não sei...
Culpamos o tempo por ele não poder se defender... O tempo faz as coisas ou nós a fazemos? Questões filosóficas não me farão voltar a escrever aqui, mas sim a minha disciplina e inspiração.
Queria que ele o tempo, rastejasse como esta música, mas ao mesmo tempo fosse vibrante e intenso. São tantos os problemas que esquecemos dele, do tempo.
Bem, não vou ficar divagando, mas apenas ouçam esta música do David Bowie - Time Will Crawl, não é uma das melhores, mas poderia ser. Ou não.
"Time Will Crawl"
I've never sailed on a sea
I would not challenge a giant
I could not take on the church
Time will crawl
Till the 21st century lose
I know a government man
He was as blind as the moon
He saw the sun in the night
He took a top-gun pilot and he
He made him fly thru a hole
Till he grew real old
And he never came down
He just flew till he burst
Time will crawl
Till our mouths
run dry
Time will crawl
Till our feet
grow small
Time will crawl
Till our tails
fall off
Time will crawl
till the 21st century lose
I saw a black black stream
Full of white eyed fish
And a drowning man
With no eyes at all
I felt a warm warm breeze
That melted metal and steel
I got a bad migraine
That lasted three long years
And the pills that I took
Made my fingers disappear
Time will crawl, time will crawl
Time will crawl
Till the 21st century lose
You were a talented child
You came to live in our town
We never bothered to scream
When your mask came off
We only smelt the gas
As we lay down to sleep
Time will crawl
and our heads bowed down
Time will crawl
and our eyes fall out
Time will crawl
and the streets run red
Time will crawl
till the 21st century lose
Time will crawl
and our mouths run dry
Time will crawl
and our feet grow small
Time will crawl
and our tails fall off
Time will crawl
till the 21st century lose
Time will crawl
and our heads bowed down
Time will crawl
and our eyes fall out
Time will crawl
and the streets run red
Time will crawl
till the 21st century lose
For the crazy child
We'll give every life
For the crackpot notion
Terça-feira, Dezembro 30, 2008
Terça-feira, Dezembro 23, 2008
Feliz Natal e um ótimo 2009!
“O futuro tem muitos nomes.
Para os fracos é o incansável.
para os temerosos, o desconhecido.
Para os valentes é a oportunidade”.
Victor Hugo
Muitos vêm e vão. Alguns participam de nossa rotina, outros nem tanto. Muitos ficam e permanecem por muito tempo, outros ficam distantes, mas presente no coração.
Nesta época sempre tento pensar em todos e no que desejar. Não gosto de parecer piegas ou escrever textos que persistam ao tempo. Frases feitas e cartões decorados não fazem sentido para mim. Penso em escrever, apenas.
Por isto repito, muito vêm e vão. Mas o que realmente ficam são os que fazem a diferença. Agarre oportunidades, enfrente o medo e arrisque-se mais. Mesmo que muitos pensem que você seja um louco, seja um louco a sua maneira.
Ganhe e perca. Chore e ria. Mas que seja pela felicidade de compartilhar com seus amigos e familiares, todos os momentos importantes. Não importa que estes momentos sejam pequenos, mas que sejam pequenos somente aos olhos dos outros. E lembre-se sempre: faça tudo o que quiser desde que seja diferente.
Feliz Natal e um ótimo 2009!
Sábado, Dezembro 06, 2008
Meio fora de órbita
É... é assim que eu estou ultimamente, meio fora de órbita, ou seria melhor, navegando sozinha, num mar sem fim e se afastando cada vez mais da costa. Estou mais reclusa e longe da esfera blogosférica. Centrada em minhas coisas, na minha monografia e em projetos futuros.
Futuro ainda que eu não posso contar, mas que poderá muito ser algo inusitado. Pode ser até que muitos não gostem, joguem pedras em meu navio para ele afundar. Mas como sou forte, sei que isso não irá acontecer.
Bem, quando eu fiz o meu blog, falaram que eu era louca, que eu não teria acesso e que não levaria a nada. Estavam errados. Agora me seguem e querem ter um igual. Tudo bem, eu ajudo.
Vamos ver este novo futuro, o que ele me espera.



